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Auto-Hemoterapia AHT - Dr. Luiz Moura 

A auto-hemoterapia é, como o próprio nome sugere, a terapia com utilização de sangue da própria pessoa. 
 
De acordo com o Dr. Luiz Moura, o sistema consiste em retirar 5 ml, 10 ml ou 20 ml de sangue da pessoa e, no mesmo momento, aplicá-lo no músculo (braço ou nádegas) de forma que o corpo do indivíduo crie mecanismos de defesa elevando os níveis de macrófagos de 5% para 22%, Já que são os macrófagos, segundo o Dr.Luiz Moura, "a Comlurb do nosso corpo" produzindo toda a "limpeza", eliminando a fibrina, bactérias e vírus do organismo que são produzidos pela medula óssea. 
 
Esses níveis elevados de defesa, criados pelo próprio organismo, atingem o pico após 8 (oito) horas de aplicada a injeção e duram por até 05 (cinco) dias, quando então começam a diminuir até atingirem os valores normais de uma pessoa sadia em torno de 5%.
 
Logicamente que, aumentando a defesa do próprio organismo, este está menos sujeito a uma série de enfermidades.
Para quem não sabe, o remédio, quimicamente preparado pelos laboratórios, não curam doenças.
 
Eles "forçam" o corpo a produzir essas defesas. Assim, o sistema é o mesmo sob o ponto de vista genérico só que sem a necessidade do uso de medicamentos, a maioria deles com efeitos colaterais. Outra vantagem é o custo praticamente zero, o que vai de encontro aos interesses dos laboratórios.
 

Vídeo 1: Conversa com o Dr Luiz Moura
Vídeo 2: Dosagem ideal
Vídeo 3: Reportagem do Fantástico condena a AHT
Vídeo 4: Reportagem do Domingo Espetacular AHT

  • NOTAR QUE O FANTÁSTICO CONDENA A PRÁTICA DA AUTO-HEMOTERAPIA, MAS SÓ CONSEGUE MOSTRAR PACIENTES CURADOS.
  • NÃO HOUVE UM SÓ CASO DE RESULTADO INSATISFATÓRIO.
  • FALTOU ÉTICA E RESPEITO AO MÉDICO QUANDO CLASSIFICARAM COMO PICARETAGEM.
  • CLASSIFICAR COMO PICARETAGEM, UM SERVIÇO DIVULGADO GRATUITAMENTE?
  • NO MÍNIMO FALTOU RACIOCÍNIO E DISCERNIMENTO, PARA NÃO SE ATRIBUIR OUTRO ADJETIVO.
>> Dr. João Veiga, médico cirurgião e Secretário de Saúde de Olinda em entrevista sobre a Autohemoterapia.
 

Ir para >> Auto-Hemoterapia Ida Zaslavsky

   

Auto-hemoterapia - Dr. Paulo Varanda na rádio CBN
 
Áudio do Dr. Paulo Varanda, farmacologista e especialista em Hematologia fala sobre Auto-hemoterapia.
Especialista em hematologia diz que muitos pacientes estão sendo prejudicados com a proibição da auto-hemoterapia, técnica usada no tratamento de doenças infecciosas e alérgicas.
 

> Fraude forjada - Auto-hemoterapia no Fantástico leia também os comentários

Leia mais > worldautohemotherapy 

Técnica que não dá lucro é ignorada pela Anvisa 07.02.2016
 
Auto-hemoterapia pode ajudar no tratamento de dengue, zika e chikungunya
A Anvisa recomenda o uso de repelentes por mulheres grávidas; autoriza a fabricação e venda de objetos para detectar as doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti; facilita tudo que gera renda, altos lucros para a indústria e comércio de cosméticos, venenos e remédios. Ao mesmo tempo o Brasil inteiro sabe dos efeitos de uma técnica comprovadamente eficaz para aumentar a imunidade, melhorar as defesas do organismo, a auto-hemoterapia. Mas esta técnica é vedada nos serviços de saúde, quando poderia ser um valioso instrumento à disposição dos profissionais de saúde no Brasil e no mundo. Essa técnica é rejeitada porque não dá lucro.
 
Essa ganância capitalista passa por cima de quaisquer princípios humanitários, e a cada dia ultrapassa os mais inimagináveis limites. Um grande exemplo disso é o  que vivemos nos dias atuais, com uma pandemia de doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Ao invés de buscarem formas de resolver o problema proporcionando o melhor para a saúde pública, os governos do mundo inteiro, capitaneados pela Organização Mundial de Saúde – OMS não conseguem enxergar a cura, mas apenas as possibilidades de negócios. Ao invés de prestarem atenção nas reais possibilidades de combate aos vetores e suas consequências, deixam de lado o que poderia ser realmente de grande valia nesse momento.
 
Vendas
Se por um lado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA proíbe e dificulta o uso de técnicas comprovadamente eficazes através do tempo, como a auto-hemoterapia, por outro lado libera de forma frenética a fabricação e venda de testes para diagnosticar doenças. Nem mesmo a inclusão da técnica na lista das prováveis soluções a serem estudadas aquela agência realiza, fazendo literalmente vistas grossas do assunto, enquanto a população fica desassistida e cada vez mais à mercê das doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Da mesma forma que libera a realização de testes sem as devidas experiências previstas no chamado método científico, poderia autorizar o uso da auto-hemoterapia como forma de elevar as defesas do organismo, aumentando a imunidade das pessoas contra doenças.
 
Para ter uma noção do que acontece, basta prestar atenção no noticiário, onde as informações sobre dengue, zikavirus e chikungunia terminam sempre em verdadeiras propagandas de produtos ou laboratórios farmacêuticos. Existem sempre pesquisas que buscam remédios, vacinas ou cosméticos repelentes, sempre no rumo de descobrir novos produtos, mas nunca dão atenção ou valor à cura das doenças. Ficam de lado todas as alternativas que poderiam resultar em soluções menos dispendiosas, sem maiores custos para a população. No final das contas haverá sempre uma grande despesa para os sistemas de saúde, consequentemente para os cidadãos. Quando se olha para a educação sanitária, em vez de combater os focos dos mosquitos, muito pouco é investido em ações nesse sentido, o que leva os mosquitos até para as portas do governo, inclusive do Ministério da Saúde.
 
Integrativas
Nestas ocasiões são deixadas completamente de lado as chamadas Práticas Integrativas e Complementares, como acupuntura, homeopatia, plantas medicinais, fitoterapia, termalismo social (uso das águas medicinais para tratamento de saúde), ou outras que ainda não estão na lista do Ministério da Saúde, como auto-hemoterapia. É uma mostra de que essa inclusão é algo superficial e puramente demagógico, pois enfrenta a cada dia muitos obstáculos.
Como tem sido mostrado nos últimos dias, essa última técnica - a auto-hemoterapia - consiste na retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, com o que as defesas do organismo são multiplicadas por 4, em vista da elevação do volume de macrófagos de 5,5 para 22. Segundo médicos como Dr. Luiz Moura, que utilizou a técnica por quase 70 anos, e a médica boliviana Dra. Nilsa Ibarrola, que também usa e defende a técnica no seu país, a auto-hemoterapia seria a melhor forma de prevenir e enfrentar os efeitos do mosquito que causa a dengue, o zika e chikungunya.
 
Anvisa navega pelo que diz o noticiário.
A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ignora tudo isso, mas por sua vez autorizou a venda de três novos testes de laboratório que podem detectar o zika virus. Esta notícia foi amplamente divulgada durante a primeira semana de fevereiro. Por outro lado, a Anvisa publicou nota esclarecendo que “Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação que possivelmente há entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas”.
 
Aliás, recentemente mais um documento tendencioso foi produzido pelo Conselho Federal de Medicina – a Resolução CFM nº 2.128/2015, que Considera o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) como procedimento experimental. Esta resolução veio tão somente corroborar o Parecer CFM nº 20/11. O parecer foi uma resposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa que, ao invés de se dedicar ao trabalho profissional para assegurar a saúde pública dos brasileiros, prefere basear seu trabalho nos programas de Televisão. Da mesma forma que procedeu em 2007, ao fazer consulta sobre auto-hemoterapia por conta de matéria veiculada no Fantástico, em 2011 a mesma Anvisa pediu parecer sobre PRP devido a matérias veiculadas no Fantástico e Esporte Espetacular. Esta é a qualidade do nosso órgão de regulamentação e fiscalização em saúde.
 
Leia mais sobre auto-hemoterapia: 
https://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm
https://www.rnsites.com.br/artigo_Natal_RN_02.htm
https://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-historia.htm
 
Técnica que não dá lucro é ignorada pela Anvisa 07.02.2016
 
Auto-hemoterapia pode ajudar no tratamento de dengue, zika e chikungunya
A Anvisa recomenda o uso de repelentes por mulheres grávidas; autoriza a fabricação e venda de objetos para detectar as doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti; facilita tudo que gera renda, altos lucros para a indústria e comércio de cosméticos, venenos e remédios. Ao mesmo tempo o Brasil inteiro sabe dos efeitos de uma técnica comprovadamente eficaz para aumentar a imunidade, melhorar as defesas do organismo, a auto-hemoterapia. Mas esta técnica é vedada nos serviços de saúde, quando poderia ser um valioso instrumento à disposição dos profissionais de saúde no Brasil e no mundo. Essa técnica é rejeitada porque não dá lucro.
 
Essa ganância capitalista passa por cima de quaisquer princípios humanitários, e a cada dia ultrapassa os mais inimagináveis limites. Um grande exemplo disso é o  que vivemos nos dias atuais, com uma pandemia de doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Ao invés de buscarem formas de resolver o problema proporcionando o melhor para a saúde pública, os governos do mundo inteiro, capitaneados pela Organização Mundial de Saúde – OMS não conseguem enxergar a cura, mas apenas as possibilidades de negócios. Ao invés de prestarem atenção nas reais possibilidades de combate aos vetores e suas consequências, deixam de lado o que poderia ser realmente de grande valia nesse momento.
 
Vendas
Se por um lado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA proíbe e dificulta o uso de técnicas comprovadamente eficazes através do tempo, como a auto-hemoterapia, por outro lado libera de forma frenética a fabricação e venda de testes para diagnosticar doenças. Nem mesmo a inclusão da técnica na lista das prováveis soluções a serem estudadas aquela agência realiza, fazendo literalmente vistas grossas do assunto, enquanto a população fica desassistida e cada vez mais à mercê das doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Da mesma forma que libera a realização de testes sem as devidas experiências previstas no chamado método científico, poderia autorizar o uso da auto-hemoterapia como forma de elevar as defesas do organismo, aumentando a imunidade das pessoas contra doenças.
 
Para ter uma noção do que acontece, basta prestar atenção no noticiário, onde as informações sobre dengue, zikavirus e chikungunia terminam sempre em verdadeiras propagandas de produtos ou laboratórios farmacêuticos. Existem sempre pesquisas que buscam remédios, vacinas ou cosméticos repelentes, sempre no rumo de descobrir novos produtos, mas nunca dão atenção ou valor à cura das doenças. Ficam de lado todas as alternativas que poderiam resultar em soluções menos dispendiosas, sem maiores custos para a população. No final das contas haverá sempre uma grande despesa para os sistemas de saúde, consequentemente para os cidadãos. Quando se olha para a educação sanitária, em vez de combater os focos dos mosquitos, muito pouco é investido em ações nesse sentido, o que leva os mosquitos até para as portas do governo, inclusive do Ministério da Saúde.
 
Integrativas
Nestas ocasiões são deixadas completamente de lado as chamadas Práticas Integrativas e Complementares, como acupuntura, homeopatia, plantas medicinais, fitoterapia, termalismo social (uso das águas medicinais para tratamento de saúde), ou outras que ainda não estão na lista do Ministério da Saúde, como auto-hemoterapia. É uma mostra de que essa inclusão é algo superficial e puramente demagógico, pois enfrenta a cada dia muitos obstáculos.
Como tem sido mostrado nos últimos dias, essa última técnica - a auto-hemoterapia - consiste na retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, com o que as defesas do organismo são multiplicadas por 4, em vista da elevação do volume de macrófagos de 5,5 para 22. Segundo médicos como Dr. Luiz Moura, que utilizou a técnica por quase 70 anos, e a médica boliviana Dra. Nilsa Ibarrola, que também usa e defende a técnica no seu país, a auto-hemoterapia seria a melhor forma de prevenir e enfrentar os efeitos do mosquito que causa a dengue, o zika e chikungunya.
 
Anvisa navega pelo que diz o noticiário.
A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ignora tudo isso, mas por sua vez autorizou a venda de três novos testes de laboratório que podem detectar o zika virus. Esta notícia foi amplamente divulgada durante a primeira semana de fevereiro. Por outro lado, a Anvisa publicou nota esclarecendo que “Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação que possivelmente há entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas”.
 
Aliás, recentemente mais um documento tendencioso foi produzido pelo Conselho Federal de Medicina – a Resolução CFM nº 2.128/2015, que Considera o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) como procedimento experimental. Esta resolução veio tão somente corroborar o Parecer CFM nº 20/11. O parecer foi uma resposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa que, ao invés de se dedicar ao trabalho profissional para assegurar a saúde pública dos brasileiros, prefere basear seu trabalho nos programas de Televisão. Da mesma forma que procedeu em 2007, ao fazer consulta sobre auto-hemoterapia por conta de matéria veiculada no Fantástico, em 2011 a mesma Anvisa pediu parecer sobre PRP devido a matérias veiculadas no Fantástico e Esporte Espetacular. Esta é a qualidade do nosso órgão de regulamentação e fiscalização em saúde.
 
Leia mais sobre auto-hemoterapia: 
https://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm
https://www.rnsites.com.br/artigo_Natal_RN_02.htm
https://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-historia.htm
 
 

Técnica que não dá lucro é ignorada pela Anvisa 07.02.2016 

Auto-hemoterapia pode ajudar no tratamento de dengue, zika e chikungunya

A Anvisa recomenda o uso de repelentes por mulheres grávidas; autoriza a fabricação e venda de objetos para detectar as doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti; facilita tudo que gera renda, altos lucros para a indústria e comércio de cosméticos, venenos e remédios. Ao mesmo tempo o Brasil inteiro sabe dos efeitos de uma técnica comprovadamente eficaz para aumentar a imunidade, melhorar as defesas do organismo, a auto-hemoterapia. Mas esta técnica é vedada nos serviços de saúde, quando poderia ser um valioso instrumento à disposição dos profissionais de saúde no Brasil e no mundo. Essa técnica é rejeitada porque não dá lucro.

Essa ganância capitalista passa por cima de quaisquer princípios humanitários, e a cada dia ultrapassa os mais inimagináveis limites. Um grande exemplo disso é o  que vivemos nos dias atuais, com uma pandemia de doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Ao invés de buscarem formas de resolver o problema proporcionando o melhor para a saúde pública, os governos do mundo inteiro, capitaneados pela Organização Mundial de Saúde – OMS não conseguem enxergar a cura, mas apenas as possibilidades de negócios. Ao invés de prestarem atenção nas reais possibilidades de combate aos vetores e suas consequências, deixam de lado o que poderia ser realmente de grande valia nesse momento.

Vendas

Se por um lado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA proíbe e dificulta o uso de técnicas comprovadamente eficazes através do tempo, como a auto-hemoterapia, por outro lado libera de forma frenética a fabricação e venda de testes para diagnosticar doenças. Nem mesmo a inclusão da técnica na lista das prováveis soluções a serem estudadas aquela agência realiza, fazendo literalmente vistas grossas do assunto, enquanto a população fica desassistida e cada vez mais à mercê das doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Da mesma forma que libera a realização de testes sem as devidas experiências previstas no chamado método científico, poderia autorizar o uso da auto-hemoterapia como forma de elevar as defesas do organismo, aumentando a imunidade das pessoas contra doenças.

Para ter uma noção do que acontece, basta prestar atenção no noticiário, onde as informações sobre dengue, zikavirus e chikungunia terminam sempre em verdadeiras propagandas de produtos ou laboratórios farmacêuticos. Existem sempre pesquisas que buscam remédios, vacinas ou cosméticos repelentes, sempre no rumo de descobrir novos produtos, mas nunca dão atenção ou valor à cura das doenças. Ficam de lado todas as alternativas que poderiam resultar em soluções menos dispendiosas, sem maiores custos para a população. No final das contas haverá sempre uma grande despesa para os sistemas de saúde, consequentemente para os cidadãos. Quando se olha para a educação sanitária, em vez de combater os focos dos mosquitos, muito pouco é investido em ações nesse sentido, o que leva os mosquitos até para as portas do governo, inclusive do Ministério da Saúde.

Integrativas

Nestas ocasiões são deixadas completamente de lado as chamadas Práticas Integrativas e Complementares, como acupuntura, homeopatia, plantas medicinais, fitoterapia, termalismo social (uso das águas medicinais para tratamento de saúde), ou outras que ainda não estão na lista do Ministério da Saúde, como auto-hemoterapia. É uma mostra de que essa inclusão é algo superficial e puramente demagógico, pois enfrenta a cada dia muitos obstáculos.

Como tem sido mostrado nos últimos dias, essa última técnica - a auto-hemoterapia - consiste na retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, com o que as defesas do organismo são multiplicadas por 4, em vista da elevação do volume de macrófagos de 5,5 para 22. Segundo médicos como Dr. Luiz Moura, que utilizou a técnica por quase 70 anos, e a médica boliviana Dra. Nilsa Ibarrola, que também usa e defende a técnica no seu país, a auto-hemoterapia seria a melhor forma de prevenir e enfrentar os efeitos do mosquito que causa a dengue, o zika e chikungunya.

Anvisa navega pelo que diz o noticiário

A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ignora tudo isso, mas por sua vez autorizou a venda de três novos testes de laboratório que podem detectar o zika virus. Esta notícia foi amplamente divulgada durante a primeira semana de fevereiro. Por outro lado, a Anvisa publicou nota esclarecendo que “Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação que possivelmente há entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas”.

Aliás, recentemente mais um documento tendencioso foi produzido pelo Conselho Federal de Medicina – a Resolução CFM nº 2.128/2015, que Considera o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) como procedimento experimental. Esta resolução veio tão somente corroborar o Parecer CFM nº 20/11. O parecer foi uma resposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa que, ao invés de se dedicar ao trabalho profissional para assegurar a saúde pública dos brasileiros, prefere basear seu trabalho nos programas de Televisão. Da mesma forma que procedeu em 2007, ao fazer consulta sobre auto-hemoterapia por conta de matéria veiculada no Fantástico, em 2011 a mesma Anvisa pediu parecer sobre PRP devido a matérias veiculadas no Fantástico e Esporte Espetacular. Esta é a qualidade do nosso órgão de regulamentação e fiscalização em saúde.

do site: https://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm

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AHT - Imunoterapia: O impacto médico do século
MEDICINA DE HOJE – MARÇO DE 1976 
 
Ricardo Veronesi professor de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, da Faculdade de Medicina de Jundiaí e da Faculdade de Ciências Médicas de Santos; membro do Comitê de peritos em doenças bacterianas da Organização Mundial de Saúde; presidente do comitê de doenças infecciosas da Panamerican Medical Association; Chairman do Comitê LatinoAmericano de Medicina Tropical da Associação Médica Panamericana; Consultor da Academia de Ciências dos Estados Unidos; e editor-coordenador do livro Veronesi – Doenças Infecciosas e Parasitárias.
 
 
Fragmentos do link acima:
 
- Ele próprio se define, apaixonado pela medicina, Dr. Moura é do tempo em que não existia nem antibiótico. Figura ímpar, ótimo papo, capaz de discorrer durante horas sobre energia orgônica, auto-hemoterapia, bioenergética e até sobre espiritismo e seres extra terrestres. É o único médico que, até hoje, eu vi admitir em público sua crença na existência do espírito e em outras coisas rejeitadas pela ciência.
 
Wilhelm Reich e sua cloud buster, em 1950. Uma destas coisas é a Cloud Buster, ou Rompe Nuvens, como é denominada uma máquina criada por Wilhelm Reich, que através da energia orgônica criaria nuvens e faria chover. Dr. Moura tem uma destas em sua casa. Segundo ele, a chuva que apagou o incêndio ocorrido no Parque Nacional de Itatiaia em pleno auge da seca do ano passado foi criada por essa máquina...

> Forumais

Dr. Luiz Moura - DVD completo

Leia aqui entrevista completa

Dr. Luiz Moura, uma vida de  cura com a auto-hemoterapia 
 
Uma mensagem divulgada por Janilda Queiroz, secretária do Dr. Luiz Moura, informa o que acabara de chegar através do amigo jornalista Pedro Reges: a passagem do Dr. Luiz Moura para outra vida, aos 91 anos de idade completados no último dia 4 de Maio (2016). Dizia a mensagem de Janilda: "Venho informar que o nosso querido Dr Luiz Moura nos deixou hoje pela manhã.” Acrescentava que ele “Cumpriu sua missão de uma maneira exemplar”, completando: “Vá em PAZ e que seu exemplo de amor à Medicina possa ser seguido por muitos médicos.


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